E quem vai viajar para longe mas não quer desgrudar do bichinho? Ou porque é muito apegado ou porque não confia em ninguém, esse tipo de dono de animal de estimação existe. E, para eles, há uma saída: embarcá-los em um avião.
Isso mesmo. A Lufthansa, por exemplo, transportou em 2007 quase 56 mil animais - cerca de 35 mil foram na cabine, pertinho do passageiro. Mas essa opção é só para quem tem animais pequenos.
"É muito simples viajar com o seu animal", diz Mariane de Figueiredo [Simples??? Tá louca??? Só se for para quem mora na Holanda!!!]. Ela trouxe da Holanda, em agosto, dois gatos e garante não ter tido problemas [Quero ver quando ela quiser levar os bichanos de volta pra lá...]. Já animais maiores são normalmente transportados no setor de bagagens, em um ambiente climatizado [Semi, tá? Semi-climatizado, eles não garantem manter a temperatura confortável em toda a viagem]. O nervosismo, relatado por alguns donos que já viajaram com seus animais, acaba no fim do voo. Depois, você pode curtir a viagem com o seu animal.

Proibido para humanos
Foram exatamente a dificuldade de viajar com bichos [oi, já é difícil agora?] e a preocupação que os voos no setor de bagagens costumam despertar nos donos os maiores motivos da criação da Pet Airways (www.petairways.com), empresa aérea que transporta vários tipos de animais - menos humanos.
A companhia americana, que começou a voar em julho [de 2009], adaptou aviões Beech 1900, que comportam 19 passageiros, colocando caixas de transporte no lugar dos assentos. Os animais vão na cabine principal, acompanhados por "pet attendants" (atendentes de animais, em inglês).
A companhia garante que os animais terão intervalos regulares para ir ao banheiro, alimentação e atenção especial antes e depois do embarque e desembarque.
Tanto cuidado tem lá suas desvantagens: as viagens da Pet Airways duram mais tempo do que as de outras companhias. A Pet Airways opera apenas voos internos dentro dos EUA.
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Voar com animal de estimação envolve taxas e [muita] burocracia
Levar o animal de estimação pode dar muita alegria à viagem, mas não é lá tão simples [não é NADA simples]. Para embarcá-lo, é preciso prestar atenção ao regulamento de cada companhia aérea [que a própria companhia aérea não sabe informar, diga-se de passagem].
Entre as exigências, está a necessidade de um atestado de vacinação recente [essa é a parte mais fácil!!!].
Tanto o animal menor como o maior deve viajar na gaiola - chamada também de kennel ou contêiner [vamos combinar: caixa de transporte, tá?]. Uma pequena sai por cerca de R$ 90. Mas, dependendo do tamanho do seu bicho, pode custar R$ 300 [nesse preço só se for um bicho pequeno, porque a da minha cocker, que é de porte médio, custou R$ 450,00 com o frete. Para viagens de avião - principalmente as internacionais - não é qualquer caixa de transporte que serve, precisa ser uma homologada para transporte aéreo]. Além disso, é preciso ver se vale a pena, pois a viagem pode sair cara.
O designer Pedro Fontana pagou mais barato por sua passagem do que pela de seu cão pinscher Neguinho num voo de São Paulo a Porto Alegre, em julho deste ano. A passagem de Pedro custou R$ 98 e, a do animal, R$ 120.
"Foi engraçado. Como ele é muito simpático, fez o maior sucesso no check-in", disse.

Apesar de pequeno, Neguinho foi junto com as bagagens, acomodado em um compartimento onde a temperatura é climatizada [semi, semi]. Mas há a opção - mais simples [porém nem sempre possível] - de levar o animal na cabine. Nesse caso, a gaiola deve ser colocada embaixo da poltrona do passageiro [Alguém aqui já viu uma caixa de transporte que cabe embaixo do assento de uma aeronave? Só se for a caixa de um hamster ou o assento da primeira classe. Para nós mortais que viajamos de econômica, a caixa de transporte tem de ser substituída por uma bolsa de transporte apropriada para viagens aéreas, com as laterais flexíveis e o fundo rígido].
Além de não ter de despachar o bicho, a opção é melhor pois o dono fica durante o voo todo perto do animal, ou seja, não passa o nervoso de não saber o que está acontecendo com ele - porque nenhuma informação é dada sobre o animal no avião [eles não dão nem comida e água ao bicho, o que é teoricamente obrigatório para vôos longos, quanto mais informação sobre ele!].
Por isso, a socialite Linda Conde, que tem cinco cachorros, só leva a poodle Beauty nas suas andanças pelo mundo. Os outros quatro são pastores e golden retrievers e não poderiam ir na cabine. "Não teria coragem de mandá-los longe de mim", diz ela, que só leva os maiores em viagens de carro. Azar deles: a pequena Beauty já conheceu, entre outros locais, Itália, França, Espanha e EUA.
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Conheça as normas das companhias aéreas para transportar pets
Tamanho do animal define se ele poderá ficar na cabine; é importante calcular quanto custará a viagem.




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