segunda-feira, 29 de março de 2010

Com os dias contados

Não sei se vocês sabem, mas além desse blog aqui eu tenho também um sobre treinamento de cães, o Blog da Lord Cão (eu sou treinadora profissional de cães e especialista em comportamento canino), e outro específico para escrever sobre Melissas, o Melisseiras no Exterior, sobre o qual eu comentei no post anterior a esse. Mas não tenho como manter 3 blogs e o que vai morrer é o Chiclete e Macaxeira. Entretanto, tem muito post legal aqui que eu não quero perder, portanto vou migrar o que for sobre Melissas para o Melisseiras no Exterior e o que for sobre cães para o da Lord Cão. O resto, infelizmente, vai pro beleléu.

À medida em que eu for migrando vou apagando daqui, até dar cabo de vez. Os posts migrados permanecerão com as datas originais e com os comentários que foram publicados aqui. Quem segue esse blog deve passar a seguir o Blog da Lord Cão e o Melisseiras no Exterior, pois o Chiclete e Macaxeira está com os dias contados!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Melisseiras no Exterior

Conheçam o blog Melisseiras no Exterior, um local onde as melisseiras internacionais como eu podem entrar em contato facilmente umas com as outras. Um local onde podem se apresentar, dizer em que país moram e quem sabe até combinar para se conhecer pessoalmente. Um ponto de encontro onde podem saber de outras melisseiras que moram no mesmo país, onde podem trocar dicas de onde comprar Melissas no exterior, onde podem saber de promoções e notícias divulgadas no exterior, onde podem vender as suas próprias Melissas. Quem puder publicar uma notinha sobre o blog seria de grande ajuda, pois afinal ele não tem sentido se não conseguir chegar às melisseiras que moram fora do Brasil.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Esportes caninos

Uma das coisas que eu acho o máximo são os esportes caninos. Além de divertido, é um excelente exercício de liderança e comunicação entre dono e peludo. Todos deviam experimentar, não necessariamente para competir, e sim para se divertir mesmo! Eu teria copiado a matéria aqui no blog, citando a respectiva fonte obviamente, mas os direitos autorais dela proíbem qualquer tipo de redistribuição (nós da Lord Cão não achamos essa uma filosofia muito inteligente, tanto que os nossos artigos - mesmo estando todos devidamente registrados na Biblioteca Nacional - podem ser reproduzidos desde que sejam colocados os créditos de autoria e um link para www.lordcao.com).

Para ler a matéria sobre esportes caninos, em inglês, clique aqui.

Gatos que convivem com cães quase sempre dão as cartas

[Ai... É tão mais fácil postar uma matéria na qual eu concordo com quase tudo ao invés de uma na qual eu discordo de quase tudo... Às vezes dá tanta preguiça... Mas taí...]

Atina "adotou" Geremias; aos três anos, a gata SRD (sem raça definida) faz do labrador de sete anos um verdadeiro capacho

Esqueça aquela velha história de inimigos mortais. Diferentemente do que retratam filmes e desenhos animados, cães e gatos costumam conviver em harmonia e, pasmem, a soberania é quase sempre felina. [Não sei por que esse "pasmem", qualquer um que conhece um tiquinho de cães e gatos sabe que os gatos são mais soberanos]

"Os gatos são mais territoriais e, por isso, têm fama de durões", explica a veterinária especializada em felinos Graziela Maria Vieira. "Já os cachorros são mais sociais e administram bem um animal de espécie diferente no mesmo espaço." [Depende da raça e do temperamento do cão]

Na casa do estudante Silvio Crisostomo e da supervisora Lela Santos, ambos 36, quem realmente manda é Atina. Aos três anos, a gata SRD (sem raça definida) faz do labrador Geremias, 7, um verdadeiro capacho. [Obviamente o cachorro não precisa ser um capacho, mas os donos devem sempre valorizar o gato como líder entre os dois]

"Ela chegou para salvar Gerê de uma depressão profunda. Ele ficava muito sozinho e, segundo o veterinário, precisava de uma companhia", conta Silvio. Como a casa não comportava outro animal do mesmo tamanho, fizeram o teste com a gata, e deu certo. [Costuma dar certo, cães e gatos podem ser ó-ti-mos companheiros, mas de novo, depende da raça e do temperamento do cão]

Atina, que durante a reportagem brigava com o cão ao vê-lo receber afagos, captou a mensagem. "Ela adotou o cachorro a ponto de sentir ciúme dele" [bichos não sentem ciúme, um dia as pessoas aprendem, tenho fé], diz Lela. "Se brigamos com Gerê por causa de alguma travessura, ela fica ao seu lado e nos ignora." [Provavelmente porque a gata se considera a líder da casa, acima dos donos como muitos gatos fazem, e não adimite que subalternos briguem com o seu protegido]

Veterinário e professor de psicobiologia da PUC-SP, Mauro Lantzman faz um alerta sobre esses palpites, que interpretam como ciúme alguns comportamentos [VIVAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!! ALGUÉM COM BOM SENSOOOOOOOOO]. "Quando bichos e humanos dividem o mesmo teto, algumas respostas a estímulos podem ser confundidos com personalidade."

Dona de dois cachorros e três gatos, a veterinária Fernanda Lorenzo, 25, comprovou a superioridade dos felinos. "Já tinha os cachorros quando os gatos vieram. Em questão de dias, os bichanos mostraram seus traços dominantes", afirma. [E mesmo que os gatos não o façam, os donos devem fazer por eles e colocá-los na posição hierárquica mais alta, sempre]

Na relação entre a gata Olívia e o cão IG, ambos sem raça definida, é ela quem dá as cartas. "Ele chega a chorar quando Olívia impede seu caminho." Já no caso da outra gata da família, a vira-lata Julieta, 4, a história muda um pouco, e ela costuma se adaptar ao comportamento dos cães. Se eles estão à beira da mesa pedindo comida, lá está ela fazendo o mesmo. [Nenhum deles devia ficar pedindo comida! Que falta de bons modos!]

Sinal de que os gatos não são dominantes sempre. "Isso depende do ambiente social em que vivem e do temperamento do cachorro", frisa o veterinário Lantzman. [Esqueceu de levar em consideração o temperamento do gato?]

Como garantir uma convivência pacífica

- Gatos de pelos longos, como persas e angorás, são mais adaptáveis ao convívio com cachorros [Eu queria saber o fundamento dessa frase, mas não tenho conhecimento suficiente para questionar]

- Para os cães, não existe uma raça adequada, basta que o animal seja dócil [Totalmente errado, tente colocar um cão com elevado instinto de caça junto com um gato... A reação não vai ser das mais pacíficas... Claro que existem exceções, mas a raça faz toda a diferença]

- Quando o bicho novo chegar, deixe-o em um cômodo sozinho durante 24 horas [Discordo, o animal novato deve ser primeiramente apresentado ao outro em território neutro, fora de casa, depois os dois devem associar a presença do outro com coisas boas. O novato deve ficar junto do antigo, mas sob supervisão constante pelos próximos dias]

- O tempo irá ajudá-lo a reconhecer os movimentos da casa e fará com que os animais sintam os cheiros uns dos outros por debaixo da porta [E deixar tudo a cargo dos animais? De jeito nenhum! Os donos são a parte mais importante no processo de adaptação!]

Fonte

Hypo-allergenic dogs

My allergist actually maintains that there is *no* such thing as a hypo-allergenic dog - that what you react to is the dander, which any dog has, not the shedding.

Escrito por Brianna Tracy em 26 de fevereiro de 2006 para a lista Petdogs-L do Yahoo Groups

My husband is allergic to cats and dogs. He votes with the there are no such things as truely hypo allergenic dogs (despite the claims of some breeders). What helped him has allerpet C for cats and allerpet D for dogs. It is a liquid you put on the animal and it helps lower the dander (does not eliminate completely) which helps over all. When he was unimployed, it allowed him to be in the house during the day which otherwise he could not have.

Escrito por Abby Harrison-Melott em 27 de fevereiro de 2006 para a lista Petdogs-L do Yahoo Groups

Having been through all manner of allergy testing myself (including 5 days of "totally controlled living" in a hospital allergy wing), I agree that there is no such thing as hypo-allergenic dogs!

It IS the dander and this is shed regularly and continually and is normal for the dog. Regularly brushing the dander out of the hair can/may help but not if the allergic person has to do the brushing! [I] elected to keep [my] dogs and merely increased Vit. C since this is thought by some to be helpful for the allergenic!

Escrito por Joyce Thomas em 27 de fevereiro de 2006 para a lista Petdogs-L do Yahoo Groups

domingo, 11 de outubro de 2009

7 tips for a stress-free hotel stay with your dog

When you're on vacation, it's important to let your dog know that the rules at the hotel are the same as the rules at home. This will help both you and your dog to relax, knowing that you've got everything under control!

1. Bring your dog's bed or favorite blanket from home. Having a familiar object will help your dog to feel comfortable. You can also bring any toys or other objects that will make him feel at home.

2. Take a walk. When you first arrive at the hotel, ask the staff where there is a nice, safe place to walk around. Then take your dog there for a walk to relax him.

3. Enter your hotel room first. This is very important, since this is the first time you are entering the environment with your dog. Right from the start, you are letting him know that this is "your" space.

4. Ask your dog to wait. Don't let him start exploring right away. Instead, have him wait patiently while you unpack, shower, or make phone calls. It's important that your scent is everywhere before the dog settles in. The only one who should move in the environment is you -- until you are ready. Then you initiate activity. [Não sei se eu faria exatamente assim, pois alguns cães adoram novidades e cada cantinho ter ou não o cheiro do dono não faria muita diferença para eles. Entretanto, fazê-los esperar antes de explorar o lugar é um excelente exercício de autocontrole e liderança]

5. Maintain your dog's schedule. Keep the same feeding schedule, and make sure your dog gets the same amount of exercise while on your vacation as he would at home. A good exercise routine can help alleviate any anxiety he may feel about the change in environment.

6. Find out about the area. Will it be hotter or colder than your dog is used to? Are there any regional health risks you need to be aware of? Where is the nearest vet and 24-hour clinic? Prepare in advance!

7. Reserve a pet-friendly room in advance. Make sure you understand the rules you need to follow and what services they offer for your pet. Not sure where to start your search? Best Western has over 1900 pet-friendly locations, so they're sure to have a hotel accommodation near your destination.

Fonte

Afinal, o que é ser um vira-latas?

Ótimo post que encontrei no Mãe de Cachorro. Meus comentários estão em vermelho.

Essa vida é esquisita... Postei o texto que segue abaixo em março deste ano, no dia em que retirei das ruas a Bebel, gravidíssima, que foi castrada no dia seguinte e que depois virou Cora, foi doada, fugiu, foi encontrada e, finalmente, ganhou um lar pra lá de maravilhoso. Na época, só repassei o texto aqui pro blog, botei uma frase em negrito e deu.

Hoje, recebi o mesmo texto da querida Mircea e ao relê-lo, tive uma reação totalmente diferente. Como consegui simplesmente postá-lo em março, sem tecer maiores comentários?

Antes de mais nada, gostaria de dizer (ou mais provavelmente, de repetir, porque já devo ter dito isto aqui antes) que os cães (e gatos) não são vira-latas. Eles estão. Estar vira-latas é ter a infelicidade de precisar vasculhar lixeiras em busca de comida. Não ter raça definida, ou seja, ser um cão SRD (Sem Raça Definida), é ser filhote de qualquer raça misturada [Eu tenho uma definição um pouquinho diferente: considero mestiços os cães com pelo menos um dos pais de raça conhecida e SRDs aqueles que são de origem desconhecida ou indefinida. Exemplos: mestiço de cocker = cocker + SRD, mestiço de cocker com poodle = cocker + poodle, SRD = SRD + SRD]. Mas as pessoas sempre confundem e acham que o cão vira-latas é o sem raça definida. Se for um schnauzer revirando lixo, por exemplo, não é vira-latas, é abandonado. Ai, ai... Enquanto isso, compram cachorros mestiços e se acham no direito de ter preconceitos contra os pobres animais de rua, ou que têm família, mas não a tal raça 'definida'. Você diria que uma pessoa é "de rua"? Ninguém "é de rua", são as circunstâncias que definem este "ser das ruas" e, consequentemente, virar as latas... Você tem preconceitos contra pessoas que vivem essa extrema miséria humana? Bem... Preciso dizer que quem despreza um "simples cão" com certeza desprezará um ser humano? A base do respeito ao próximo é a mesma, seja ele de que espécie for...

"Ah, Ana, mas o meu cachorro é de raça! É filho de poodle com bichon frisé..."
Eu digo: É SRD! (e se pra você ser SRD é ser vira-latas, digo mais, é vira-latas!)
"O meu é pastor alemão com pastor belga."
Eu repito: É SRD! (e se pra você ser SRD é ser vira-latas, repito também, é vira-latas!)
[Os dois casos acima eu chamaria de mestiços, mas claro que os mestiços também são cães sem raça definida, ou seja, os mestiços são SRDs, mas eu gosto de usar uma terminologia diferente para ficar mais especificado. Isso é importante para o meu trabalho de treinamendo de cães, pois o temperamento e o comportamento são muito dependentes da raça. Se a gente sabe pelo menos uma parcela das raças que compõem determinado cachorro, pode entender melhor as atitudes dele e consequentemente direcionar melhor o treinamento]

Acordem, pessoas, principalmente as que compraram aquele filhote de shih tzu que depois ficou com cara de lhasa apso (ou de gremilim)... Ou aquele pinscher que depois tinha mais jeito de chihuahua... [Só uma pequena observação: aqui o contrário é mais provável, já que o chihuahua é mais difícil de criar do que o pinscher - cabeça grande costuma requerer cesária, as ninhadas são menores e a raça é mais delicada - então é mais comum um chihuahua ser misturado com pinscher do que oposto] Arrisco dizer, sem exagero, que existem na verdade poucos animais de raça realmente pura, principalmente no Brasil, o país do 'jeitinho', onde há tanta falsificação de pedigrees e certificados "de pureza" quanto de tênis, CD, DVDs e por aí a coisa caminha.

Esta semana, ainda, conheci uma senhora que pagou R$2.500,00 (sim, eu disse dois mil e quinhentos reais) em um filhote de pastor alemão com sarna demodécica de um "criador" aqui de Floripa. Foi lá reclamar e ouviu "Escolhe qualquer outro e leva no lugar."... (claro, pro infeliz que o vendeu, é só uma mercadoria com defeito)

"Ah, mas esse não vale! É puro, 'só' tem uma doença", vão me dizer (sem atinar que, por acaso, é uma doença inaceitável em qualquer plantel de criador decente e honesto, diga-se de passagem...). Até pode ser, por acasos de viver em cidade relativamente pequena, conheço uma outra cadela do mesmo "criador" e ela é o trash, do trash, do pastor alemão, totalmente fora do padrão, e se aquela pobrezinha ganhou pedigree, meus amigos, que porcaria de Kennel Clube temos em Floripa! [Infelizmente acho que esse problema não é só aí, é no Brasil todo]

Aliás, porcaria mesmo, porque quando comprei o Shoyo, a mulher teve o descaramento de oferecer para eu registrar o Sushi como sendo da mesma ninhada (sem nem ter visto a cara dele e, pior, o Sushi sendo dois meses mais velho que o Shoyo!). E é claro que os dois teriam um super hiper pedigree, totalmente dentro das normas, legalizado, assinado, carimbado e, claro, devidamente pago! [Também acontece no Kennel do Recife deles tirarem o pedigree de ninhadas sem nem ver os filhotes. Assim como acontece deles registrarem o mesmo cachorro duas vezes, gerando assim um pedigree falso para outro cão qualquer. Por isso eu acho que pedigree tinha de ser um documento obtido em etapas. Primeiro, quando filhote, o cachorro seria analisado pelo padrão físico - se bem que num filhotinho dá para ver muito pouca coisa - e receberia um documento temporário. Depois, com 1 ano e meio de idade ou mais, o cão teria de ser submetido a exames físicos, de saúde e de temperamento. Se e somente se tudo estivesse OK ele então receberia o pedigree definitivo. Isso ajudaria a fazer com que só tivessem pedigrees os que realmente estivessem dentro do padrão - em todos os aspectos, não só no físico - e ainda reduziria o cruzamento legalizado de cães muito jovens, pois os pais com registro temporário não poderiam gerar ninhadas com pedigree]

Então, pessoas queridas, abram seus olhinhos cheios de fantasias românticas e, se realmente quiserem comprar um animal, estudem exaustivamente a raça e procurem um criador decente com o mesmo critério que procurariam um médico para salvar a vida de vocês. Porque com menos atenção e cuidado do que isso, lamento informar, mas você corre imensos ricos de terminar levando ou um cão SRD pra casa, ou no mínimo um péssimo exemplar da raça [que ainda pode vir com várias doenças genéticas], que só porque ganhou um papelzinho carimbado com importância superestimada, te faz sentir 'especial', quando na verdade, está só atestando a sua santa ignorância e ingenuidade.

Mas vamos ao texto, e aos comentários que desta vez não consegui deixar de fazer [em azul]...

Mitos e verdades sobre vira-latas

Por Cristiano Baldi - para o Yahoo!

Um cão sem raça definida (SRD) é aquele que não tem a origem definida em um pedigree, que é um certificado que atesta a ascendência do animal. Já o termo vira-lata se refere ao comportamento de muitos cães SRD [só SRD não, epa, epa, epa! Tem muiiito cão 'de raça pura' que é abandonado e tristemente precisa virar latas por aí...] que, abandonados, vagam famintos pelas ruas, revirando latas de lixo atrás de algo para comer. Um cão SRD abandonado, ao menos em teoria, deixa de ser um vira-lata depois de ser adotado por alguém. E isso vem acontecendo cada vez mais: adotar cães abandonados virou moda.

Cada vez mais gente prefere escolher um vira-lata, em um abrigo para animais, a comprar um cãozinho de raça [Eu queria acreditar que isso é verdade]. Este é de fato um hábito muito saudável que, além de diminuir a população de animais abandonados em nossas cidades, ajuda no controle das zoonoses. Mas junto com a popularização da prática, surgiram alguns mitos.

O primeiro deles é de que ao adotar um vira-lata filhote, ao contrário do que acontece com os cães de raça, não se pode saber qual o temperamento e o tamanho que ele terá quando adulto. [Dá pra dizer o mesmo de cães vendidos, principalmente os que são dividos em tamanhos ridículos [e errados pois não existe tal classificação]: 0, 1, 2, 3. A pessoa compra o tal do poodle 0 [zero], que parece minúsculo porque muitas vezes não ganha comida para não crescer, e depois termina com uma ovelhinha na sala...] A verdade é que o temperamento depende muito mais da criação do que da raça [Eu já comentei essa frase na matéria original que foi postada no Mãe de Cachorro em março deste ano. A frase está errada: temperamento é 100% genético e portanto depende dos pais e avós biológicos. Comportamento é que depende da criação. Há uma grande confusão entre esses dois termos. Um cachorro com temperamento dominante vai sempre ser dominante, porém isso pode ser melhorado muito com treinamento e com os donos certos. Um cachorro com temperamento dócil pode virar uma fera se sofrer abusos]. Assim, se o bichinho for tratado com amor e respeito, provavelmente será dócil e carinhoso. E o tamanho pode sim ser estimado. Segundo a veterinária gaúcha Fernanda Pante, que trabalhou por alguns anos em um abrigo para animais abandonados em Caxias do Sul, a partir dos dois meses já é possível intuir o porte. "Há alguns indícios, como o tamanho das patas e um ossinho no crânio, chamado crista do occiptal, que é mais proeminente em raças maiores", diz ela.

Fernanda, que adotou dois vira-latas, desfaz também outro mito: "Algumas pessoas adotam cães adultos achando que o manejo é simples, que não dá trabalho e que eles aprenderão rápido. Mas há cães adultos que têm um manejo mais complicado. Antes de adotar um animal adulto é preciso se informar sobre a personalidade dele. Será que o bichinho é adequado para aquilo que estou procurando?". [Concordo que há cães que "têm manejo mais complicado", principalmente com a realidade que estou vivendo na adoção da Vênus, mas não acho que este seja um motivo para preferir um filhote ou um cão comprado. Qualquer cachorro, seja de que idade ou raça for, pode ser mais ou menos fácil de lidar, de adestrar, de conviver. E os mais 'terríveis', são geralmente os mais inteligentes. Quem tem que saber mais e sempre estar no controle da situação somos nós, humanos e 'animais racionais'... E outra, o tal do aprender mais ou menos rápido também depende muito de quem está ensinando e como. Tem muito adestrador troglodita que ganha os bichos na base da grosseria e da porrada mesmo, daí, não há raça pura que resista. Um amigo meu tem um labrador com pedigree e o escambau, que foi adestrado por dois idiotas na base do choque e que virou um verdadeiro monstro desequilibrado. Levaram anos pra reabilitar minimamente o cão e até hoje ele não é bem certo das ideias, pobrezinho...] [Também concordo com a história do "manejo mais complicado", mas se um adulto *pode* ser difícil, um filhote é *com certeza* difícil, pois ele precisa aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo, a não roer, a não morder por brincadeira, etc. e ainda vai passar pela adolescência, que na minha opinião é a fase mais difícil de toda a vida de um cachorro. De uma forma geral, filhotes dão bem mais trabalho do que adultos, então eu acho que vale mais a pena adotar um cão já adulto]

Outra crença muito comum reza que os vira-latas seriam mais inteligentes. O publicitário, ator e locutor gaúcho Rafa Tombini, dono do Pirata, um simpático SRD malhado, concorda: "Eles são mais amigos e mais inteligentes e por isso podem parecer um pouco agitados". Segundo Fernanda, isso pode até ser verdade, mas talvez não seja uma característica genética: "A gente nota que eles são extremamente espertos. Muitos animais que vieram da rua passaram por condições bem difíceis. É possível que por isso eles tenham aprendido a se virar melhor, de um jeito mais criativo."

A crença de que os cães vira-latas seriam mais resistentes a doenças também é verdadeira. Os cães de raça, por terem menor variedade genética, ficam mais suscetíveis a moléstias. "O vira-lata tende a ser mais resistente justamente por conta de uma grande mistura de genes", diz Fernanda.

Ao adotar um vira-lata, além de arrumar um amigão, você estará fazendo uma boa ação para toda a sociedade. Mas não esqueça: o mais importante para quem deseja ter um cãozinho é o comprometimento. Seja de raça ou não, o animal precisa de cuidado, carinho e dedicação [além e principalmente de exercícios e treinamento. Citando Cesar Millan, as 3 coisas mais importantes para um cachorro são, *nessa ordem*: exercícios, limites e afeto]. Se nada disso faltar, a sua história certamente terá um final feliz.

Fonte

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Observing good mother dogs care for their pups

Just observing how a good mother dog looks after her puppies teaches us a lot about how to raise our own dogs.



Fonte 1 e Fonte 2

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Incrível cadela que sabe ler!!!

This morning’s Today Show produced one of the weirder a.m. television moments in recent memory with a segment called “Sit, Stay, Read.” Crowded into a makeshift doggie park complete with astroturf lawn and prop fire hydrants, the fab four — Matt, Al, Meredith and Ann — were agog as a dog trainer showed how a pup [pup? a cadela tem 12 anos!] named Willow can (kinda) read and understand signs that tell her to do basic tricks (check out the clip, below). Never mind that she got one wrong and couldn’t really handle it when Ann tried holding the sign. This dog is a scholar!



[Ela não é linda? Parece uma raposinha!]

Fonte

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Tããão pequenininhos...

[Enquanto em muitos lugares as pessoas se digladiam por cães cada vez menores e consequentemente cada vez mais problemáticos e mais doentes, em outros lugares é o contrário e elas disputam entre si para ver quem tem o maior cão, com direito a registro no Guinness e tudo o mais]

ND woman's 7-foot-long dog could be record holder

Boomer, a 180-pound Landseer Newfoundland dog, drinks water from the kitchen sink at Caryn Weber's home south of Casselton, N.D

The dog measures 7 feet from nose to tail and stands 36 inches tall at the shoulders

ND woman's 7-foot-long dog could be record holder

Boomer may be a buster: Measuring 3 feet tall at the shoulders and 7 feet long from nose to destructive wagging tail, his owner thinks she may have the world's tallest living dog.

Caryn Weber says her 3-year-old Landseer Newfoundland keeps all four paws on the floor when he drinks from the kitchen faucet in her family's farm house in eastern North Dakota.

Boomer can stare into a car window eye to eye with a driver. A 20-pound bag of dry dog food lasts a couple of weeks.

Weber says the fluffy black and white dog "comes into the house and his tail is so high everything gets knocked around."

Weber plans to send Boomer's measurements to Guinness World Records. The previous record holder was a nearly 4-foot-tall Great Dane that died this summer.

Fonte

42-inch Dog in Arizona Puts 'Great' in Great Dane

Dave Nasser sits with his Great Dane, George, at a friend's home in Tucson, Ariz.

When you're the biggest dog in the world, you make your own rules.

You cruise by countertops of an outdoor kitchen and adjacent barbecue and lower your calf-sized head a notch to sniff out any crumbs from a recent party.

You nuzzle up to a bystander, easing your floppy, foot-long ears into the middle of his chest to request some lovin'.

You saunter up to a couch, twist your 42-inch-tall, 245-pound body into a puppy pirouette and land your rump on your owner's lap to take a load off.

Such is life for 4-year-old George, the Greatest of Danes.

Realtor Dave Nasser, his owner — well, maybe "sidekick" is a better description — runs his fingers through George's turflike fur and talks not about the duo's big plans to etch their names into the Guinness Book of World Records, but of George's docile nature. [ADOROOOOO o dogue alemão!]

"Great Danes are inherently lapdogs. He really thinks he's a tiny dog and wants to sit on your lap all the time. He wants to be right with you," Nasser said.

"Danes aren't outside dogs. They're a little wimpy. You can't just buy one and expect to put it outside. They really are inside dogs and they want to be right with people."

It's good that George is a people person, because he's probably going to be seeing a lot of new ones in the coming months, and millions more could be seeing him.

Nasser and pals Paul O'Rourke and Dana Murray, both of whom have backgrounds in public relations and gather with their spouses at O'Rourke's back patio Friday evenings for happy hour, plan to make George into a canine colossus in the media. They hope to get him on talk shows, photo shoots, maybe even in the movies.

"Either (Jay) Leno, or (Conan) O'Brien seems to me a better fit," O'Rourke said. "You see dogs on all these shows on the circuit. Why not?"

George could probably use the ego boost, because he's adjusting to life with 1-month-old Annabel, the daughter of Nasser and his wife, Christine. George tries to sneak kisses with a tongue long enough to cover Annabel's head, but her parents are shielding her from the gentle giant for now.

The Nassers used to let George slumber with them in their king-size bed, but he's now relegated to a twin bed in the master bedroom because Annabel has taken his spot.

George wolfs down 100 pounds of food every three weeks, and his droppings can weigh 4 pounds or more. [Hahaha! O cocô desse cachorro pesa quase o mesmo que a minha pinscher!!!] The Nassers keep a trash can in their backyard reserved for George's considerable waste. [A e-nor-me quantidade de fezes e de xixi é uma coisa que muita gente esquece de levar em consideração quando pensa num cãoZINHO desses para morar num apartamento...]

When it's time to hit the road, George lumbers into the cab of Nasser's pickup truck, where he hunkers down behind the seats.

Before George claims fame, the first step is to be named the world's tallest dog.

A Guinness World Records spokesman said no dog is currently confirmed as the world's tallest. The latest edition, "Guinness World Records 2010," published Sept. 17, lists the tallest dog as Gibson, owned by Sandy Hall of Grass Valley, Calif. The Harlequin Great Dane was measured at 42.2 inches tall on Aug. 31, 2004, but Gibson died Aug. 7.

George's vet, William Wallace, said Great Danes usually range between 28 and 36 inches tall, and said George is the biggest dog he has seen in his 45 years of practice.

O'Rourke added that they're going public with their Guinness quest because of a recent news story about Boomer, the Landseer Newfoundland in North Dakota whose owner is trying to get Boomer listed in the Guinness World Records as the tallest dog. Boomer is 3 feet tall at the shoulders.

"Our hand has kind of been forced," said O'Rourke. He's a building products manufacturer's rep who used to run his own PR agency.

Guinness makes applicants jump through a number of hoops. Nasser is working through an application, which requires vital stats recorded by a vet, verification of the dog's statistics by other witnesses, a video and a press conference. Nasser said he'll finish his application within the next month.

O'Rourke and Murray are going a few steps further, planning a Facebook fan page for George. Murray, an account director at the Caliber Group, a PR firm, says the organization will be pitching in to spread the word about George. O'Rourke is savvy in the world of big media, having landed a former client, jockey Kent Desormeaux, on "The Tonight Show" in 1998. O'Rourke thinks he can get Nasser and George on the talk-show circuit.

There is precedent. Gibson made appearances on Oprah, Leno and other shows.

If George does go big-time, Nasser will have to get ready to adjust his life. He said any time he takes George to Udall Park, he gets swarmed by people.

"I have to listen to the same bad jokes," Nasser said in a good-natured, mock-complaining tone. "If I had a nickel for every time a guy asked if I had a saddle for him"

Fonte